"Cheguei
na Liberdade com meus pais em 1930. Tinha sete anos. Isso aqui tinha todas as
aparências de quilombo, desses que você só ouviu falar.(...) Todos os moradores
eram negros. Algum escravo liberto, tinha muitos que eram africanos mesmo, mas
a maioria era filhos deles, os filhos da escravidão." Hilda dos Santos
(Mãe Hilda) - Comunidade do Ilê Ayiê – Curuzu.
Embora, desde
2012 segundo o IBGE, a Liberdade não seja mais o maior bairro negro de
Salvador, não podemos negar a africanidade presente no local.

a liberdade foi e é palco da resistencia negra. O Ilê Ayiê jogou papel importante e histórico na dissiminação de sua cultura e afirmação social.
ResponderExcluirContinue com o empenho do seu blog.
ResponderExcluirO conhecimento é algo que devemos partilhar, algo que ninguém nos tira.
Já sabe que esta parte do seu blog, é a minha cara, né?!
Risos e beijos, lindona!